Variedades

Apresentador MC Bulacha

Apresentador MC Bulacha

Jhony Robson dos Santos (GO)

Bulacha, nome artístico que o Jhony Robson dos Santos, ganhou quando ainda discotecava nos Bailes RAP´s, promovidos pelo movimento Hip Hop Goiano. Em uma dessas viagens, conheceu de perto malabaristas, que por sua vez compartilharam seus conhecimentos com o artista, assim nasce o brincante, que hoje é conhecido por palhaço Bulacha, que seguiu viajando e buscando conhecimento, sobre a arte que ele sobrevive nos dias de hoje . Um artista preto, atuante nas ruas, palcos, teatros, e os mais diversos picadeiros, idealizador e um dos realizadores do Encontro Goiano de Malabares e Circo desde 2007, um verdadeiro afortunado dos sonhos.

Mais de 2 Milhões

Mais de 2 Milhões

Marcos Davi (DF)

Sinopse: Sobre a estética mimética/cômica da narração cênica, representa-se, de maneira dilatada, as reações de pessoas submetidas aos “mandos” de Governos negacionistas e prepotentes. A esquete propõe um panorama do que foi dito e feito durante o começo do segundo ano de pandemia.

Mini Bio: Bacharel em Cênicas pela Universidade de Brasília e licenciado em Letras, começou nas Artes da presença pelos princípios das artes marciais, ex atleta de kung fu wushu. Profissionalizou-se nos palcos das comédias besteirol – trabalhando com De 4 é Melhor, G7, Setebelos e BenditosMalditos. Foi estudar mímica no Centro de Pesquisa da Mímica Total Luis Louis em SP. No 26º Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau foi indicado para melhor ator com o espetáculo Não Alimente os Bichos. Integrou a Cia Celeiro das Antas, onde estudou palhaçaria e humor físico. Atualmente é ator da Cia Brasiliense de Teatro e pesquisador da dança acrobática.

Madame Frôda em: Música Clássica

Madame Frôda em: Música Clássica

Luiza Bellacosta (DF)

Sinopse: Madame Frôda a Palhaça, vive uma musicista nacionalmente e internacionalmente desconhecida que fará sua primeira apresentação em público, com um repertório de músicas clássicas, ou melhor, que ela considera músicas clássicas. Vamos ver no que isso vai dar? Permeando vários estilos musicais com suas flautas, diverte e interage o público com sua irreverência, sua falta de jeito, sua inabilidade musical com os instrumentos e seu desejo de tocar pela primeira vez uma música clássica ao vivo, tudo junto e ao mesmo tempo. Até o final de sua apresentação muitos problemas aparecerão, o que poderá vir a ser sua última aparição em público.

Mini Bio: Ana Luiza Bellacosta é atriz formada pela UnB, palhaça e produtora cultural. Tem especialização em palhaçaria clássica pela École de Clown et Comedie Francine Cotê Montreal- CA. Fundadora do Cabaré da Nega e integrante da Andaime Cia de Teatro, Cia Colapso e Pirilampo Teatro de Bonecos e Atores. Atua no cenário cultural há 20 anos. Produz e participa de diversos festivais de circo e teatro no Brasil e no Mundo. Participa do Coletivo Laboratório de Palhaças e Palhaços. Em 2019 foi ganhadora de 4 prêmios de melhor cena curta com sua Palhaça Madame Frôda em festivais distintos. Fez parte do projeto social em hospitais com o grupo Risadinha, ação pelo riso e pela saúde, do Projeto “Palhaços em Rede” com o grupo Doutores da Alegria e do grupo Doutoras, Música e Riso. Em 2020 realizou diversas lives sobre o que seria humor negro e representatividade na palhaçaria além de criar o espetáculo virtual Batalhaças – Estapafúrdias dublagens entre Palhaças.

Onde Não Mora Ninguém

Onde Não Mora Ninguém

Cibele Mateus (SP)

Sinopse: “Onde Não Mora Ninguém” criado em 2020 pela artista Cibele Mateus dentro do projeto “Fronteiras da cidade”, coordenado pela Organização Palhaços Sem Fronteiras Brasil e destinados às populações afetadas pela exclusão social em áreas de ocupação de moradia. “Onde Não Mora Ninguém” narra de forma poética a trajetória de “Mateus” (figura cômica afrodiaspórica presente em diversas tradições brasileiras) num processo de ocupação de território e sonho da casa própria. A obra é um site specifc criada num campinho de futebol do bairro Parque Imigrantes, periferia rural de São Bernardo do Campo onde reside a artista. As toadas/poesias cantadas tem como inspiração a música “Moro Onde Não Mora Ninguém” de Agepê e Canário, que está diretamente referida no título, e loas/versos populares recolhidos de Sebastião Pereira de Lima (Mestre Martelo). O vídeo foi criado no período de isolamento social da Covid-19, e teve o apoio de uma produção familiar. As filmagens, desenhos-cenários e adereços foram realizadas pelos sobrinhos(as) da artista, Isadora Mateus de 9 anos, Pablo Mateus de 11 anos e Vinícius Mateus de 8 anos.

Mini Bio: Cibele Mateus é artista do riso, atriz, educadora social e pedagoga. Desenvolve seus trabalhos cênicos a partir de motrizes e matrizes de tradições afrodiaspóricas, afroindígenas e na arte de rua, desde 2005. É integrante do Grupo Manjarra (SP) desde 2011, onde inicia sua trajetória como Mateus (figura cômica da “cara preta”). Desde 2014, tem seguido em busca das máscaras de pretume e da arte misteriosa do riso, buscando criar uma poética própria de comicidade negra.

Le Pettit Canción

Le Pettit Canción

Paula Sallas (DF)

Sinopse: A palhaça Xicaxaxim interpreta de modo clownesco o clássico francês Non, Je Ne Regrette Rien, de Charles Dumont e Michel Vaucaire, que ficou imortalizado na voz de Edith Piaf. Criação e atuação: Paula Sallas.

Mini Bio: Atriz, palhaça e produtora de Brasília. Licenciada em Educação Artística – Artes Cênicas (2010) e Mestre pelo PPG- Cen da UnB (2016), tendo como foco central a palhaçaria e atuação. É integrante do grupo NUTRA desde 2007. Participou de festivais como: Festival de Palhaças (2009 e 2012), Teatro Para Mulheres – TPM (2014), Sesc Festclown (2015) e Mostra o Clown (2016). Dirigiu o espetáculo de palhaço Fofinho, não! Balofo! (2019) do artista Willy Costa onde trabalha a linguagem do clown com a temática “bullying na escola”. Atualmente retrabalha seu solo com a direção de Pepe Nuñes (Espanha). É instrutora e coordenadora pedagógica do Ponto de Cultura Galpão do Riso (Samambaia- DF).

Brasil Brasileiro

Brasil Brasileiro

Miqueias Paz (DF)

Sinopse: BRASIL BRASILEIRO retrato marcante do cotidiano brasileiro. Nele o mímico utiliza-se de uma técnica única, desenvolvida em suas experiências internacionais. A sonoridade focal utilizada gera uma intensidade dramática muito comum a mímica. Uma cena envolvente e marcante.

Mini Bio: Premiado ator, e um dos melhores mímicos brasileiros. Desde 1984, viaja o mundo com suas apresentações. Nessa caminhada, encanta os públicos das cidades onde passa, seja em Londres, Brasília ou Bagdá, onde participou do Festival de Artes da cidade. Entre os espetáculos montados, estão: Tradição e Contradição, Brincadeiras de Criança, Máscaras de um Pierrot, Gregor Sansa (a Metamorfose), Cotidiano, Sentimentos e Brasil Brasileiro. Idealizou o projeto, “Amar é Preciso”, levado para as escolas da rede de ensino público de Brasília. Também exerce a função de mestre de cerimônias para grandes shows, mesas e debates e direção de espetáculos a exemplo de O Beijo no Asfalto, Folhas de Outono, Amar é Preciso, O Chapéu, QQ Iss!?, As Aventuras de Pendú e Camí – Do Outro Lado da Lia e do Arco-íris e Vamos a La Praia. No trabalho desenvolvido como oficineiro foi coordenador das oficinas de teatro do SESI em 2009 e 2010, realizou oficinas teatrais em algumas instituições como SESC, Banco do Brasil, BRB, Petrobrás.